Sequeira é uma freguesia do concelho e distrito de Braga, distando cerca de 5 quilómetros da respectiva sede.
Apesar de ser uma freguesia de grande tradição rural, Sequeira tem vindo a desenvolver, nos últimos decénios, alguma actividade industrial, ligada essencialmente aos ramos das confecções, da marcenaria e da cerâmica.
O seu orago é Santa Maria, com invocação a Nossa Senhora da Excepção, ou do Ó.
Não se mostrando particularmente acidentado, o território desta freguesia terá sido uma das condições favoráveis a passagem, nestas imediações, na vida medieval que ligava Braga a Barcelos, sendo ainda possível observar alguns troços da vestuta calçada no lugar, por isso mesmo designado Calçada. A época baixo – medieval terá marcado notavelmente esta freguesia, até mesmo em relação à toponímia local, sendo de salientar o topónimo “torre”, alusivo à hoje desaparecida, mas documentando, estrutura senhorial fortificada, que outrora teve aqui o seu assento.
Entre os séculos XII e XIII, Sequeira, que pertencia ao julgado de Bastuço, incluía no seu território, quatro paróquias distintas: Santa Maria, São Saturnino e São Julião, à qual foi anexa a de São Veríssimo, citada nas Inquirições de 1220 “In ista collatione et in alia Sancti Verissimi”.
Deste, diz o “Nobiliário do conde D: Pedro”, que o conde D. Henrique lhe deu “(…) muitas herdades e possessões em terra de Guimarães e de Braga”. Herdou – as seu filho de D: Ermigio Alboaçar e neta do Notável Alboaçar Ramires, bastardo real.
D: Justa Pais, filha de Paio Guterres, casou com D: Pêro “Coronel”, ou Pêro Coroa, como citado nas Inquirições do século XII. Dos seus filhos destacam – se, D: Egas Pais “Coronel” e D. Pêro Peres “Coronel”. O primeiro distinguiu – se ao lado de : Sancho, futuro rei, nas guerras da reconquista.
Dele foram filhos, Martim, Raimundo Viegas, D. Maior Viegas, ditos “de Sequeira” e um outro filho que nas linhagens não citam, mas antes de 1220, juntamente com sua mãe, comprou em São Julião de Sequeira, herdades foreiras, que não pagavam foro à Coroa e “honravam” Martim Viegas. O mesmo fazia, fazia em Santa Maria de Sequeira, outro notável fidalgo, com ele aparentado, D. Pedro Soares “Velho”, que provavelmente é aquele referido no Nobiliário como o “Escaldado” por Possuir poucas barbas.
Este, seria filho varão de D. Soeiro Nunes “Velho” e neto de D. Nuno Soares”Velho”.
Os redondos foram também, cavaleiros de Sequeira, pois o notável rico – homem D. João Prés Redondo era filho do citado D. Pedro Soares “Escaldado” e de D. Maria Vasques, sua esposa.
Este D. João Peres Redondo casou com D. Maior Peres Pereira e dela te Gonçalo Anes Redondo que, por sua vez, casou com D. Urraca Fernandes de Andrade, filha de Fernão Peres de Andrade e de D, Maior Viegas de Sequeira, senhora da Quinta de Sequeira, nesta freguesia.
Esta era a filha do citado RaimundSequeira é uma freguesia do conselho e distrito de braga, distando cerca de 5 quilómetros da respectiva sede.
Apesar de ser uma freguesia de grande tradição rural, Sequeira tem vindo a desenvolver, nos últimos decénios, alguma actividade industrial, ligada essencialmente aos ramos das confecções, da marcenaria e da cerâmica.
O seu orago é Santa Maria, com invocação a Nossa Senhora da Excepção, ou do Ó.
Não se mostrando particularmente acidentado, o território desta freguesia terá sido uma das condições favoráveis a passagem, nestas imediações, na vida medieval que ligava Braga a Barcelos, sendo ainda possível observar alguns troços da vestuta calçada no lugar, por isso mesmo designado Calçada. A época baixo – medieval terá marcado notavelmente esta freguesia, até mesmo em relação à toponímia local, sendo de salientar o topónimo “torre”, alusivo à hoje desaparecida, mas documentando, estrutura senhorial fortificada, que outrora teve aqui o seu assento.
Entre os séculos XII e XIII, Sequeira, que pertencia ao julgado de Bastuço, incluía no seu território, quatro paróquias distintas: Santa Maria, São Saturnino e São Julião, à qual foi anexa a de São Veríssimo, citada nas Inquirições de 1220 “In ista collatione et in alia Sancti Verissimi”.
Deste, diz o “Nobiliário do conde D: Pedro”, que o conde D. Henrique lhe deu “(…) muitas herdades e possessões em terra de Guimarães e de Braga”. Herdou – as seu filho de D: Ermigio Alboaçar e neta do Notável Alboaçar Ramires, bastardo real.
D: Justa Pais, filha de Paio Guterres, casou com D: Pêro “Coronel”, ou Pêro Coroa, como citado nas Inquirições do século XII. Dos seus filhos destacam – se, D: Egas Pais “Coronel” e D. Pêro Peres “Coronel”. O primeiro distinguiu – se ao lado de : Sancho, futuro rei, nas guerras da reconquista.
Dele foram filhos, Martim, Raimundo Viegas, D. Maior Viegas, ditos “de Sequeira” e um outro filho que nas linhagens não citam, mas antes de 1220, juntamente com sua mãe, comprou em São Julião de Sequeira, herdades foreiras, que não pagavam foro à Coroa e “honravam” Martim Viegas. O mesmo fazia, fazia em Santa Maria de Sequeira, outro notável fidalgo, com ele aparentado, D. Pedro Soares “Velho”, que provavelmente é aquele referido no Nobiliário como o “Escaldado” por Possuir poucas barbas.
Este, seria filho varão de D. Soeiro Nunes “Velho” e neto de D. Nuno Soares”Velho”.
Os redondos foram também, cavaleiros de Sequeira, pois o notável rico – homem D. João Prés Redondo era filho do citado D. Pedro Soares “Escaldado” e de D. Maria Vasques, sua esposa.
Este D. João Peres Redondo casou com D. Maior Peres Pereira e dela te Gonçalo Anes Redondo que, por sua vez, casou com D. Urraca Fernandes de Andrade, filha de Fernão Peres de Andrade e de D, Maior Viegas de Sequeira, senhora da Quinta de Sequeira, nesta freguesia.
Esta era a filha do citado Raimundo Viegas de Sequeira e de sua mulher Maria Anes Raimundo Viegas.
As Inquirições de 1220 falam de um certo Reguengo “in Paazos, juxta turrem de Sequeira” e, note – se que actualmente, a gráfica “Passos” está errada, pois o topónimo refere a antiga torre senhorial da estripe dos Sequeiras, que já existia entre o séculos XII e XIII.
No ano destas inquirições, era o senhor. Diogo Viegas “de Sequeira”. O Mosteiro de Tibães, que era o padroeiro da paróquia de São Saturnino de Sequeira, “cumaliis”, possuía um casal na freguesia de Santa Maria e, a Sé de Braga, duas “partes” de outro.
Do património edificado, destacam – se varias casas solarengas algumas delas dotadas de capelas particulares: a Casa e Capela de São Paio; Casa Grande do Carvalho e a de Penavoente. o Viegas de Sequeira e de sua mulher Maria Anes Raimundo Viegas.
As Inquirições de 1220 falam de um certo Reguengo “in Paazos, juxta turrem de Sequeira” e, note – se que actualmente, a gráfica “Passos” está errada, pois o topónimo refere a antiga torre senhorial da estripe dos Sequeiras, que já existia entre o séculos XII e XIII.
No ano destas inquirições, era o senhor. Diogo Viegas “de Sequeira”. O Mosteiro de Tibães, que era o padroeiro da paróquia de São Saturnino de Sequeira, “cumaliis”, possuía um casal na freguesia de Santa Maria e, a Sé de Braga, duas “partes” de outro.

